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Logo da Play False Associação Cultural de São Castro e António M Cabrita
O cartaz a cores é ilustrado ao fundo por uma fotografia esbatida de ensaio de meio corpo de Nuno e Margarida a dançar. Nuno usa t-shirt cinza e Margarida uma camisola preta de meia manga. Nuno é um homem alto, de pele branca, cabelos grisalhos e barba curta, tem o corpo ligeiramente inclinado para a esquerda e o olhar direcionado para o chão. O braço esquerdo está fletido para cima, com a respetiva mão em frente à face. Margarida é uma mulher de estatura mediana, de pele branca e cabelos pretos encaracolados e apanhados. Está posicionada atrás do Nuno e tem a mão esquerda a agarrar o cotovelo do parceiro. No nome do projeto, a palavra Corpo está escrita com a letra R ao contrário. Duas linhas diagonais em tons de verde distintos atravessam o canto inferior direito do cartaz. Em rodapé, os logótipos: Estrutura financiada por República Portuguesa, dgARTES e apoio do Município de Viseu. Apoio na cedência de espaço Lugar Presente,Stargym e Entidades residentes no CCCV Polo I e II

Direção artística SÃO CASTRO

O Projeto Corpo Coletivo estreia no próximo dia 20 de dezembro, após um processo de criação conjunta que se desenvolveu ao longo de três meses, envolvendo 10 participantes residentes na cidade de Viseu e a coreógrafa São Castro.

 

Esta primeira edição reflete um olhar sobre a cidade de Viseu, não apenas como espaço geográfico, mas como território vivido, sentido e atravessado por corpos. A cidade deixa de ser apenas um cenário em transformação e torna-se um lugar de experiências e descobertas, onde cada cidadão contribui com a sua própria perceção, memória e imaginação. O projeto propõe um encontro entre pessoas e lugares, explorando como a cidade pode ser entendida através do movimento, do corpo e da presença coletiva.

 

Neste projeto, ao convidar habitantes a partilhar a sua visão de Viseu, criámos uma narrativa plural: ruas, pessoas, cheiros, músicas, encontros, memórias e pequenas paisagens íntimas transformam-se em pontos de encontro entre histórias individuais e experiências coletivas. O corpo e o gesto tornam-se instrumentos de observação e de interpretação da cidade, revelando camadas invisíveis da memória, cultura e experiência local.

 

“Indo eu” foi o nome escolhido pela coreógrafa São Castro para esta primeira edição do projeto Corpo Coletivo. Este título convoca a ideia de percurso e de descoberta, como quem caminha para reconhecer o lugar que habita. Um gesto simples, quotidiano, mas carregado de significado: um passo que avança, um corpo que observa, um caminho que se constrói.

 

Ficha técnica

Direção e coreografia - São Castro

Assistente da coreógrafa - Matilde Barbas

Intérpretes - Beatriz Silva, Catarina Vieira, Débora Coelho, Ema Antunes, Ilídia Gamboa, Manuela Antunes, Margarida Carvalho, Nuno Pereira, Paula Costa e Teresa Costa

Desenho de luz - Cristóvão Cunha,

Música original e interpretação ao vivo - Gongori 

Produção - Play False | associação cultural

Apoio - Municipio de Viseu

Apoio a cedência de espaço - Stargym, Lugar Presente - Artes Performativas, Entidades Artísticas residentes do Circulo de Criação Contemporânea de Viseu Polo I e Polo II

 

Esta apresentação conta com audiodescrição.

  

Os bilhetes estão disponíveis na bilheteira do Teatro Viriato, podendo ser adquiridos presencialmente, através do contacto telefónico +351 927 412 671, ou por email para bilheteira@teatroviriato.com .

PROJETO COM O APOIO DE

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 | PLAY FALSE | associação cultural

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| SÃO CASTRO E ANTÓNIO M CABRITA |

ESTRUTURA FINANCIADA POR

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PARCEIRO DA REDE INTERNACIONAL

LOGO STUDIOTRADE

 Fotógrafos

© CARLOS FERNANDES

© SUSANA PEREIRA

© JOÃO VERSOS ROLDÃO

© AUGUSTO CABRITA FILHO

© TOMÁS PEREIRA

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